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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Senhor dos Aneis - A Sociedade do Anel

Continuando com a leitura da obra de Tolkien. Terminei aleitura do primeiro livro da Trilogia Senhor dos Aneis e como 99% das pessoas que o fizerem eu recomendo. Tolkien cria um mundo de diferentes seres com o nível de detalhes incrivel. Muitas vezes me perdi principalmente na descrição das familias de Hobbits presentes na festa de Bilbo Bolseiro. O modo como é contada a presença do Um Anel e como Frodo e Sam acabam passando por inumeras aventuras e formando a Sociedade do Anel, firmada em Valfenda (lar dos Elfos).

Para que viu os filmes anos atrás, vale a pena a revisita pela Terra Média, atrvés do livro ficamos sabendo mais detalhes, inclusive com a distância temporal dos eventos e alguns detalhes e personagens da trama que ficaram fora do filme.

Pegue um tempinho, faça a leitura e dê o seu comentário.

INTÉ MAIS

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O Hobbit

Finalmente, agora passada a euforia do lançamento dos filmes, comprei os livros do J.R.R. Tolkien, numa promoção adquiri os três da série Senhor dos Anéis, O Hobbit e O Silmarillion, todos por R$50,00 e comecei a lendo o Hobbit.
É simplesmente ótima a obra de Tolkien, apesar de em alguns momentos me perder na explicações genealógicas, quando a aventura começa nos tornarmos envolvidos completamente pelo mundo da Terra Média, entre Hobbits, Anões (e são vários neste livro), homens e é claro um Dragão. Os mapas que anexam a obra facilitam a nossa locomoção pela geografia do livro e, apesar de serem poucas, as gravuras encantam a nossa imaginção, realmente vale muito a pena ler este livro, uma aventura muito boa.

Uma pequena sinopse da história retirado da internet:
"Prelúdio de O Senhor dos Anéis, O Hobbit conquistou sucesso imediato quando foi publicado em 1937. Vendeu milhões de cópias em todo o mundo e estabeleceu-se como um clássico moderno e um dos livros mais influentes de nossa geração.
A estória narra o longo e perigoso trajeto de um hobbit chamado Bilbo Bolseiro (tio de Frodo, um dos principais protagonista do clássico O Senhor dos Anéis). A viagem é repleta de aventuras das quais ele desgota até a Montanha Solitária em busca do tesouro roubado pelo dragão Smaug anos atrás. Tudo começa num dia inesperado em que Bilbo recebe a visita de Gandalf com 13 anões, entre eles Thorin Escudo-de-Carvalho - cuja família teve roubado o tesouro. Alguns dos feitos narrados em O Hobbit influirão nos acontecimentos posteriores de O Senhor dos Anéis)."

Apesar de saber que o filme está atrasado na sua produção, aumentei bastante a minha expectativa e já estou correndo para ler o primeiro da trilogia Senhor dos Anéis.

Inté mais

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Eu também leio HQ

É engraçado como muita gente acredita que quando lemos nos voltamos para Freire, Gadotti, Piaget, Alves, etc...(para citar os voltados para a pedagogia), ou seja, lemos somente livros sérios e de conteúdo cientifico, quando não nos voltamos aos grandes escritores como Machado de Assis e Julio Verne ( citando aqueles que li), mas o que gosto mesmo e até hoje mantenho o hábito de ler regulamente são os quadrinhos. Meu primeiro livro foi somente entre 15 e 16 anos (Memórias Póstumas...), enquanto isso desde pequeno eu leio Hqs (turma da mônica e mais tarde super-herois como batman e homem-aranha).

Bom minha recomendação é a série Sin City (sim aquele do filme lançado um tempo atrás), nesse caso é um quadrinho mais adulto, onde Frank Miller (um dos mestres dos quadrinhos) brinca com a arte da luz e sombra, onde as historias transpiram revelações e os personagens são trabalhados com profundidade demostrando mais uma habilidade de Miller (e na minha opinião função de qualquer quadrinho) que é contar historias.

As imagens ao lado são do obra Sin City-O Assassino Amarelo, que reli na semana passada.

Inté mais Rogério Wong

segunda-feira, 30 de março de 2009

Entre a Ciencia e a Sapiencia - Rubem Alves


Outra obra de bom velhinho, relacionando o saber cientifico e o senso comum apresenta pontes, semelhanças e diferenças entre estes dois lados do conhecimento, sempre com analogias que vão desde a gastronomia, aos pescadores, passando por arquitetos e jogadores de xadrez. Será que o educador do século XXI, tem claro seu papel no esclacimento da ciencia em suas diferentes formas, pois afinal, o que é científico?


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Rogério Wong

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Eu li

Ernesto Guevara, também conhecido como CHE
Paco Ignácio Taibo II (Editora Expressão Popular)

Che é um dos revolucionários mais conhecidos e admirados do mundo. Há mais de 40 anos de sua morte – e 80 anos de seu nascimento – seu compromisso com a história permanece um símbolo de rebelião, esperança e justiça. Ernesto Guevara, também conhecido como Che é uma biografia minuciosa e detalhada, que revela na sua plenitude um
homem sempre pronto para a luta. Paco Ignácio Taibo II, a partir de um vasto material e recorrendo a textos do Che – fragmentos de cartas pessoais e públicas, diários, notas manuscritas, artigos, poemas, livros, discursos, conferências, declarações em atas, entrevistas, frases e testemunhos de companheiros –, faz do próprio Che o segundo narrador desta história.
Este livro, escrito com grande intensidade e dedicação, por sua fidelidade histórica, é uma crítica contundente aos que querem separar Che de suas idéias e limitar sua herança a rótulos. Esta obra é também uma resposta aos que usurpam sua trajetória, adulterando-a, para golpear seus camaradas de armas.
Após a leitura destas páginas, o mito reencontra o homem, seu pensamento e ação. Assim nos colocamos diante daquele que foi “o mais sóbrio praticante do socialismo” (Debray) e “o mais completo ser humano de nossa época” (Jean-Paul Sartre). Retirado do sítio da própria editora.

Eu li e vale muito a pena, o nível de detalhes está absurdo, além de pontuar muitas questões curiosas e impressionantes (que talvez nem sejam publicadas em outras leituras). traz novamente a tona a figura de Che Guevara Triturei este livro em pouquíssimo tempo e para que gosta de Che e de história da América Latina é leitura obrigatória. O historiador Paco Ignácio Taibo II conseguir reunir muitos (mas muitos documentos mesmo sobre Che, vejam o tamanho da bibliografia), resultando o trabalho final com numa participação "direta" de Che na própria narração da história o que trouxe ainda mais vivacidade à obra. As notas no fim do livro sobre cada capítulo contribuem ainda mais na riqueza de detalhes em que este apresenta. Taí uma opção.

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Rogério Wong