segunda-feira, 11 de maio de 2009

Ecoprático (4º e 5º Episódios)

É pessoal semana passada relaxei e além disso fiquei meio lesado, bom mas me recuperei e estou postando os dois episódios do Ecoprático




4ºEpisódio (cliquem aqui)







5º episódio (cliquem aqui)





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Curta no Blog - Ilha das Flores

Olá todos, um clássico dos curtas metragens, ganhador de diversos prêmios e com certeza muito reflexivo.

Ilha das Flores de Jorge Furtado (13 min - 1989)



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domingo, 10 de maio de 2009

Rede Manchete

Hoje 10 de maio, completam-se oficialmente 10 anos de extinção da Rede Manchete.

Para os saudosistas segue uma lista de produções que fizeram parte da grade:

Novelas: Dona Beija, Kananga do Japão, Tocaia Grande, Pantanal, Xica da Silva...

Desenhos: Cavaleiros do Zodiaco, SuperCampeões, Shurato...
Programas: Dudalegria, Clube do Seu Boneco, Festa do Mallandro, Clube da Criança...
Seriados Japoneses:Changeman, Jaspion, Cybercops...
Telejornais: Jornal da Manchete, Repórter Manchete...

Figuras conhecidas que estiveram na Manchete: Xuxa, Angélica, Maria Eduarda (quem??? Duda Little, agora lembrou hein...), Roberto D'Avila, Marcia Peltier (nossa, Marcia Peltier Pesquisa!!!), Carlos Chagas (jornalista), Walmor Chagas, Raul Gil, entre muitas outras..
Para os pedagogos uma referência que passou pela Rede Manchete foi Arnaldo Niskier, com o Debate em Manchete.

A programção chegou a contar com sitcoms como Seinfield e Friends.

Só de digitar, já começam a vim lembranças, sair correndo da escola para ver Cavaleiros, a nudez das novelas ou mesmo o grande M com cinco esferas, como simbolo da rede.

Pessoal recomendo (muito mesmo) a visita a dois endereços que contam a historia da Rede Manchete:

Manchete (Wikipedia): cliquem aqui

Rede Manchete uma História de Sucesso: cliquem aqui

Quem lembrar de outras coisas e só deixar uma mensagem.
Inté mais Rogério Wong

De cada 10 estudantes, 2 possuem site ou blog, diz pesquisa

texto retirado do Portal da Juventude (para conhecer o Portal cliquem aqui)

Os jovens brasileiros não só navegam como também produzem conteúdo na internet por meio de página web ou blogs. De cada dez estudantes, dois possuem site ou blog, apurou uma pesquisa lançada pela Fundação Telefônica.

O estudo também mostra que 46% dos estudantes não têm mediadores, acompanhamento de pais ou professores no uso da internet. A amostragem foi feita no Estado de São Paulo, considerando 4.205 alunos de escolas públicas e privadas. O projeto contou com a ajuda da Secretaria Municipal da Educação.

Principais resultados
A metodologia utilizada consistiu na aplicação de um questionário online respondido nas salas de informática das escolas participantes. Os principais resultados apontados foram:

- Um em cada dois estudantes brasileiros diz que nenhum professor utiliza a internet para explicar matéria ou estimula o uso da rede;

- Seis em cada dez estudantes brasileiros acessam a internet em lan houses;

- 72% dos alunos declaram gostar de utilizar o Messenger (programas de mensagens instantâneas) porque podem conversar com seus amigos. De fato, 50% afirmam que "sempre que posso me conecto ao Messenger";

- Um em cada dois adolescentes brasileiros tem e conheceu pessoalmente algum de seus amigos virtuais;

- Dois em cada dez jovens brasileiros são os chamados "heavy users" de videogame, já que gastam mais de duas horas diárias jogando;

- Os estudantes do Brasil são os que gastam mais horas diárias com videogame em relação aos jovens da Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela;

- Cinco de cada dez crianças brasileiras reconhecem que fazem o dever de casa assistindo televisão.

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sábado, 9 de maio de 2009

Você Tubo - Story of Stuff (Legendado)

O que é História das Coisas ? - retirado de A Historia das Coisas-versão Brasileira - (cliquem aqui)

Da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.

História das Coisas é um documentário de 20 minutos, direto, passo a passo, baseado nos subterrâneos de nossos padrões de consumo.

História das Coisas revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

História das Coisas nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.


Parte 1


Parte 2


Parte 3

Também publiquei a versão dublada (cliquem aqui)

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Rousseau (parte 3 de 6)

Sobre Pedagogia

Pressupostos básicos:
Os pressupostos básicos de Rousseau com respeito à educação eram a crença na bondade natural do homem, e a atribuição à civilização da responsabilidade pela origem do mal. Se o desenvolvimento adequado é estimulado, a bondade natural do indivíduo pode ser protegida da influência corruptora da sociedade.

Conseqüentemente, os objetivos da educação, para Rousseau, comportam dois aspectos: o desenvolvimento das potencialidades naturais da criança e seu afastamento dos males sociais. O mestre deve educar o aluno baseado nas suas motivações naturais. "Logo que nos tornamos conscientes de nossas sensações, estamos inclinados a procurar ou evitar os objetos que as produzem", diz ele.

Método:Essencialmente o mestre deve educar o aluno para ser um homem, usando a estrutura provida pelo desenvolvimento natural do aluno, enquanto ao mesmo tempo mantendo em mente o contexto social no qual o aluno eventualmente será um membro. Isto somente pode ser conseguido em um ambiente muito bem controlado.
As mães deveriam amamentar e fortificar o corpo de suas crianças por meio de testes severos de força física e resistência.

Seu método de educação era o de retardar o crescimento intelectual: ele demandava a criança demonstrar seus próprio interesse em um assunto e fazer suas próprias perguntas; no estágio da puberdade, no entanto, a sensibilidade do jovem deveria ser educada. O adolescente aceitaria com confiança um contrato livre e recíproco de amizade com seu mestre, que poderia então ajuda-lo a descobrir as alegrias da religião e as dificuldade de lidar com a sociedade.

O ambiente em que o aluno vive deve ser tal que não haja nenhuma restrição física que não venha do próprio aluno, e depois que desenvolve cognitivamente, até os 15 anos não deveria haver qualquer restrição moral em seu ambiente. O objetivo é que o aluno desenvolva plenamente seu Eu natural. Obviamente, uma tal educação só seria possível se o aluno fosse totalmente isolado da sociedade e não tivesse contacto social, senão com seu mestre.

O aluno somente entraria na sociedade quando a tendência para a socialização surgisse como uma de suas necessidades naturais. Isto aconteceria na adolescência, após o desenvolvimento da razão. Diz Rousseau "Ele antes tinha apenas sensações, agora ele julga." Então o aluno experimenta um desejo de companhia e lhe será permitido desenvolver relacionamento pessoal. Então ele vai estudar história e religião.

Finalmente ele vai entrar "na sociedade educada de uma grande cidade". Ele agora poderá entender o que significa ser um cidadão.

O Émile: No Émile ele apresenta o cidadão ideal e os meios de treinar a criança para o Estado de acordo com a natureza, inclusive para um sentido de Deus.
A criança Émile deve, portanto, ser criada em um meio rural em vez de em ambiente urbano, de modo que ela possa desenvolver em continuidade com a natureza mais que em oposição a ela. Os primeiros impulsos da criança são permitidos a desenvolver mas são canalizados para um respeito genuíno para com as pessoas, um respeito nascendo do amor próprio e não do orgulho.
Émile, que laboriosamente adquiriu um senso de propriedade (bem à John Locke) enquanto cultivando seu jardim, descobre a vida difícil de um trabalhador quando se torna aprendiz de um carpinteiro.

Trazido a comunidade por uma tendência natural, ou simpatia para com aqueles ao seu redor, Émile desenvolve um senso moral, e uma necessidade no sentido da perfeição e do crescimento interior permite-lhe elevar-se acima das paixões e alcançar a virtude. Então, através de Sofia, Émile descobre a natureza do amor. Ele tem que deixa-la, no entanto, para completar sua educação política, a qual requeria procurar através do mundo pelo país que melhor serviria a sua futura família.

Curiosamente, o único livro que se permite a Émile na sua educação é o Robison Crusoe de Daniel Defoe, o qual nele mesmo demonstra o caminho no qual o caráter amadurece em harmonia com a natureza se a engenhosidade natural é permitida trabalhar desimpedida da corrupção da sociedade.
O método de Rousseau foi a inspiração, começando com Pestalozzi, de métodos universais pedagógicos.

Continua na parte 4
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Para onde você olha...

"Dois homens olharam através das grades da prisão,
um viu a lama, o outro as estrelas."

Santo Agostinho

O Sorteio - Rubem Alves

texto retirado de A Casa de Rubem Alves (cliquem aqui)

"O sorteio"

Aqueles que trabalhavam na elaboração do vestibular da Unicamp sabiam que o problema da exclusão dos alunos, filhos de famílias pobres, não seria resolvido por ele. O novo vestibular modificaria o perfil dos alunos, mas não tinha mecanismos para modificar a sua classe de origem.

Foi então que uma nova idéia começou a tomar corpo. Era uma idéia à primeira vista absurda. Tão absurda que bastava mencioná-la para provocar risos: quem a ouvia pensava que se tratava de uma brincadeira. Mas o sentimento do absurdo é, freqüentemente, apenas uma reação diante do novo, do não-familiar, daquilo que transgride o costume, que violenta as formas automatizadas de agir e pensar. Quando Galileu disse que a Terra girava em torno do Sol, quando Darwin afirmou a evolução das espécies, quando Freud fundou a psicanálise, as reações foram de incredulidade e absurdo. Digo isso como um antídoto antecipado ao susto: a idéia que tomou forma foi a de um sorteio.

Passado o espanto inicial, o que chamou a nossa atenção foi que esse mecanismo, que parecia ser apenas um processo lotérico de escolha, tinha conseqüências radicais, tanto do ponto de vista social quanto do ponto de vista educacional.

A primeira conseqüência, do ponto de vista social, é que, por meio do sorteio, todos os jovens que tivessem concluído o ensino médio e que fossem pobres teriam, pela primeira vez, chances iguais de acesso ao ensino universitário.

A segunda conseqüência seria o desaparecimento dos cursinhos, pois a entrada na universidade não mais dependeria de um saber privilegiado só oferecido a uma pequena elite econômica.

A terceira conseqüência, agora do ponto de vista educacional e pedagógico, é que os ensinos fundamental e médio ficariam livres do terror. Não mais estaria ligado à guilhotina dos vestibulares. Ele deixaria de ser um “meio” para preparar os alunos para o “fim” dos vestibulares. O ensino se transformaria num fim em si mesmo: saber pela alegria de saber.

Na ausência dos vestibulares, não haveria mais sentido em haver escolas organizadas para “preparar os alunos para os vestibulares”. O ensino se desligaria do medo. No tempo dos nossos avós era o medo da palmatória. Agora, o medo dos vestibulares. Mudaram-se as técnicas de intimidação; preservaram-se a mesma psicologia e a mesma pedagogia. As escolas seriam obrigadas a repensar a sua pedagogia e a sua filosofia de educação: teriam de encontrar formas de ensinar em função do valor intrínseco das disciplinas, já que não poderiam mais acenar com a ameaça dos vestibulares. Usando-se uma figura culinária: “Você tem de comer, meu filho, para ficar forte quando crescer” por oposição a “Coma porque está gostoso! Você vai sentir prazer!” O aprendizado “a fim de” passar nos vestibulares – aprendizado que é logo esquecido, passados os exames – seria substituído pelo aprendizado em função do prazer e da utilidade. E assim se iniciaria o cultivo do tipo de inteligência essencial ao desenvolvimento da Ciência: só é bom cientista aquele que pensa como quem brinca.

A quarta conseqüência, de ordem social-educacional, seria a seguinte: os pais das classes abastadas, vendo que a loteria é cega, e que os seus filhos não são sorteados, liberados que estão de todas as despesas que tinham anteriormente com os cursinhos, passariam a dispor dos recursos que antes eram queimados na construção dos castelos de areia. Com essa disponibilidade financeira eles teriam condições de criar e sustentar excelentes universidades particulares, como acontece nos Estados Unidos. Os cursinhos poderiam, inclusive, constituir-se no germe das novas universidades. Seriam ampliados, assim, o número de vagas nas universidades, sem que o governo tivesse necessidade de fazer qualquer investimento.

Estou consciente da objeção suspensa no ar: sem o terror dos vestibulares, as escolas de ensinos fudamental e médio se deteriorariam. O ensino seria apenas “pró-forma”, já que o aprendido nas referidas escolas se tornou irrelevante para o ingresso nas universidades.

Mas esse é um perigo facilmente evitado. O término do ensino médio seria marcado por um exame nacional, preparado e aplicado pelo Ministério da Educação. O objetivo desse exame seria verificar se os alunos haviam atingido o nível mínimo de aprendizagem estabelecido. Não seria classificatório. Haveria dois conceitos apenas: “aprovado” ou “reprovado”. Todos os assim aprovados teriam atingido o patamar de conhecimento julgado suficiente ao término do ensino médio. Teriam cumprido, assim, os requisitos necessários para o ingresso na universidade. O sorteio seria apenas um artifício provisório para resolver o impasse de ser o número de candidatos maior que o número de vagas.

Esse exame seria, ao mesmo tempo, nas mãos do Ministério da Educação, o instrumento de que ele não dispõe agora para avaliar o desempenho das escolas.

Sorteio – parece coisa absurda! A tentação é jogar a sugestão no lixo, sem antes pensá-la. Mas eu não teria coragem de assumir o risco de apresentá-la se não estivesse convencido de ser ela a melhor alternativa que conheço, no momento.


Inté mais, o que vocês acham???

Você Tubo - A Historia das Coisas (Dublado)

Voce pode conhecer mais clicando aqui (A Historia das Coisas - Versão Brasileira).

Para versão legendada (cliquem aqui)

Parte 1


Parte 2


Parte 3


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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Darrell Champlin

A ciência em busca da alma: da experiência quase-morte à reencarnação.

A palestra será ministrada pelo prof. Darrel Champlin. Entrada: dois quilos de alimentos não perecíveis (exceto sal)

No próximo dia 12/05 (terça-feira), a partir das 19h30, o Programa Dividindo para Somar promove a palestra "A ciência em busca da alma: da experiência quase-morte à reencarnação", ministrada pelo antropólogo, professor universitário, membro da Academia de Ciência de Nova Iorque e autor dos livros "O Portal dos Sonhos" e "Antropologia", Darrell Champlin.

Neste evento, o professor Champlin buscará respostas para algumas das mais intrigantes perguntas que a humanidade faz desde a pré-história: existe vida após a vida? Quais são as atuais experiências científicas que estão guiando esta discussão? Como a ciência está ajudando a religião em sua incessante busca do além? Será que as religiões do mundo sempre tiveram razão?

Para participar, basta comparecer ao Auditório do Bloco E da Unisanta (Rua Cesário Mota, 8) e trazer dois quilos de alimentos não perecíveis (exceto sal). Os alimentos arrecadados serão entregues a entidades assistenciais da região. O evento é promovido pelo programa Dividindo para Somar, apoiado pela Universidade e destinado à realização de cursos e palestras com fins beneficentes.

Resumindo
Palestra:"A ciência em busca da alma: da experiência quase-morte à reencarnação"
Entrada: Dois quilos de alimentos não perecíveis (exceto sal)
Data:12/05 (terça-feira), 19h30
Local: Universidade Santa Cecília: Auditório do Bloco E (4º. andar), Rua Cesário Mota, 8, Boqueirão.

Vale muito a pena acompanhar essa palestra, quem sabe não nos encontramos por lá.
Além disso o profº Darrel Champlin possui um blog: Antropologia e Além (cliquem aqui)

Inté lá Rogério Wong