quarta-feira, 27 de maio de 2009

Curta no Blog - Juro que Vi: Matinta Perera

Juro que Vi: Matinta Perera
de Humberto Avelar, 2006 (13 min)

No quarto filme da série Juro que Vi, a bruxa Matinta Perera transforma-se em um pássaro que abre conhecimentos sobre um mundo maravilhoso e novo. Encante-se com essa pérola do folclore brasileiro.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Campanha sugere que você faça “Xixi no Banho”

A proposta visa mobilizar as pessoas para a preservação do meio ambiente e mostrar que uma descarga evitada por dia, resulta na economia de 4.380 litros de água potável por ano.

A F/Nazca Saatchi & Saatchi acaba de criar a campanha para divulgação da quinta edição do Viva a Mata - mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica, promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica, que acontece entre os dias 22 e 24 de maio, das 09h às 18h, na Marquise e Arena de Eventos do Parque Ibirapuera, em São Paulo. A campanha intitulada “Xixi no Banho” tem em sua proposta levar para o público em geral, de maneira mais descontraída, como um simples ato pode contribuir com a preservação do meio ambiente, ou seja, economizando água.

De acordo com o diretor de Mobilização da SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani, para esta edição do Viva a Mata, a Fundação quer chamar a atenção da sociedade de uma maneira mais simples e divertida, mostrando como pode ser fácil colaborar com a floresta mais ameaçada do País, a Mata Atlântica. “Em período de crise financeira, em que se ouve muito ‘não’ para tudo, este ano quisemos levar o ‘sim’ para o cotidiano das pessoas, incentivando que todos façam xixi no banho. O meio ambiente agradece a quantidade de água poupada em cada descarga, que chega a 12 litros. Uma descarga por dia corresponde a 4.380 litros de água por ano”, ressalta Mantovani.

Somente em São Paulo poderia ser economizado mais de 1.500 litros de água por segundo. Uma informação importante para aqueles que têm dúvida se é uma prática higiênica: o xixi é composto 95% de água e 5% de outras substâncias como uréia e sal.
Com criação de Eduardo Lima e João Linneu, direção de criação de Fábio Fernandes e Eduardo Lima, para a criação da parte online Henrique Lima e Julio Zukerman, direção de criação de Fábio Fernandes e Fábio Simões, a campanha conta com peças de anúncios, filme, site (www.xixinobanho. org.br), spot e ações de mídia exterior.

É isso galerinha, inté mais

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Será que é possível?????

por Altino Machado

“Movimento Marina Silva Presidente” começa a se tornar visível na web

A senadora Marina Silva (PT-AC) não se opôs à formação do Movimento Marina Silva Presidente, uma campanha apartidária e não-institucional para que a ex-ministra do Meio Ambiente seja candidata à sucessão do presidente Lula. Por enquanto, a primeira providência do movimento foi a criação de um website que está sendo aprimorado e poucas pessoasforam convidadas a conhecê-lo antes do lançamento.

- Estamos iniciando uma campanha aberta de cidadãos para que Marina Silva seja presidente do Brasil. Comuniquei a ela o que estamos fazendo, dizendo que mesmo que fosse contra a vontade dela iríamos iniciar o movimento. Ela nos disse através do assessor Pedro Ivo que não irá se opor, mas que não terá nenhum envolvimento - afirma Eduardo Rombauer van den Bosch, que mora em Brasília.

O movimento se declara “expressão da força inovadora das redes sociais, que buscam um modo diferente de construir legitimidade política, voltada para outras dinâmicas e anseios societários, sem se preocupar, no momento com restrições partidárias.”

- Apostamos na candidatura dessa mulher, brasileira e planetária, com potencial político e pedagógico para expressar a emergente transição para a democracia com sustentabilidade. Marina tem força para concretizar as mudanças e transformações fundamentais que poucas
lideranças políticas, hoje, teriam a capacidade de acessar para tornar realidade - afirma o manifesto do Movimento Marina Silva Presidente.

Os articuladores do movimento dizem que estão fazendo um esforço coletivo para que Marina Silva se sensibilize e possa aceitar assumir a “força de sua liderança”. Ele assinalam que a iniciativa não possui vínculo com senadora.


Bom pessoal é esperar para ver, quem quiser conhecer melhor a proposta visite o site (cliquem aqui).
Inté mais vê

sexta-feira, 15 de maio de 2009

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Rousseau (parte 5 de 6)

Sobre Religião

Rousseau conclui seu "Contrato social" com um capítulo sobre religião. Para começar, Rousseau é claramente não hostil à religião como tal, mas tem sérias restrições contra pelo menos três tipos de religião. Rousseau distingue a "religião do homem" que pode ser hierarquizada ou individual, e a "religião do cidadão". A religião do homem hierarquizada, é organizada e multinacional. Não é insentivadora do patriotismo, mas compete com o estado pela lealdade dos cidadãos. Este é o caso do Catolicismo, para Rousseau. "Tudo que destrói a unidade social não tem valor" diz ele. Os indivíduos podem pensar que a consciência exige desobediência ao estado, e eles teriam uma hierarquia organizada para apoia-los e organizar resistência. O exemplo de religião do homem não hierarquizada é o cristianismo do evangelho. É informal e não hierarquizada, centrada na moral e na adoração a Deus. Esta é, com certeza, para Rousseau, a religião em que ele nasceu e foi batizado, o calvinismo.

De início Rousseau nos diz que esta forma de religião é não somente santa e sublime, mas também verdadeira. Mas a considera ruim para o Estado.

Cristandade não é deste mundo e por isso tira do cidadão o amor pela vida na terra. "O Cristianismo é uma religião totalmente espiritual, preocupada somente com as coisas do céu; a pátria do cristão não é deste mundo". Como consequência os cristãos estão muito desligados do mundo real para lutar contra a tirania doméstica. Além disso, os cristãos fazem maus soldados, novamente porque eles não são deste mundo. Eles não irão lutar com a paixão e patriotismo que um exército mortífero requer.

Do ponto de vista do estado, e este é o aspecto que mais interessa a Rousseau, a religião nacional ou religião civil é a preferível. Ele diz que "ela reúne adoração divina a um amor da Lei, e que, em fazendo a pátria o objeto da adoração do cidadão, ela ensina que o serviço do estado é o serviço do Deus tutelar."

A religião do cidadão é o que na sua época chamava-se também "religião civil". É a religião de um país, uma religião nacional. Esta ensina o amor ao país, obediência ao estado, e virtudes marciais. A religião do império romano é seu exemplo.

No entanto, pelo fato mesmo de que serve ao Estado, a religião civil será manipulada segundo certos interesses, e por isso, diz Rousseau, "ela está baseada no erro e mentiras, engana os homens, e os faz crédulos e supersticiosos". E diz mais: a religião nacional, ou civil, faz o povo "sedento de sangue e intolerante".

Rousseau apresenta então sua proposta. Deveria ser concedida tolerância a todas as religiões, e cada uma delas conceder tolerância às demais.

Mas ele quer a pena de banimento para todos que aceitarem doutrinas religiosas "não expressamente como dogmas religiosos, mas como expressão de consciência social".

O Estado não deveria estabelecer uma religião, mas deveria usar a lei para banir qualquer religião que seja socialmente prejudicial. Para que fosse legal, uma religião teria que limitar-se a ensinar "A existência de uma divindade onipotente, inteligente, benevolente que prevê e provê; uma vida após a morte; a felicidade do justo; a punição dos pecadores; a sacralidade do contrato social e da lei".

O fato de que o estado possa banir a religião considerada antisocial deriva do princípio de supremacia da vontade geral (que existe antes da fundação do Estado) à vontade da maioria (que se manifesta depois de constituído o Estado), ou seja, se todos querem o bem estar social, e se uma maioria deseja uma religião que vai contra essa primeira vontade, essa maioria terá que ser reprimida pelo governo.

Refugiado em Neuchatel, ele escreveu Lettres ecrites de la Montagne (Amsterdam, 1762), no qual, com referência à constituição de Genebra, ele advogava a liberdade de religião contra a Igreja e a polícia. A parte mais admirável nisto é o credo do vigário da Saboia, Profession de foi du vicaire savoyard, no qual, em uma frase feliz, Rousseau mostra uma natural e verdadeira susceptibilidade para a religião e para Deus, cuja omnipotência e grandeza são, para ele, publicamente renovadas cada dia.

Continua na Parte 6 , inté mais vê pessoal

Monólogo das Mãos

As mãos servem para pedir, prometer, chamar, conceder, ameaçar, suplicar, exigir, acariciar, recusar, interrogar, admirar, confessar, calcular, comandar, injuriar, incitar, teimar, encorajar, acusar, condenar, absolver, perdoar, desprezar, desafiar, aplaudir, reger, benzer, humilhar, reconciliar, exaltar, construir, escrever e trabalhar...



As mãos de Maria Antonieta, ao receber o beijo de Mirabeau, salvou o trono da França e apagou para sempre a auréola do famoso revolucionário;
Múcio Cévola queimou a mão que, por engano não matou Porcena;


E foi com as mãos que Jesus amparou Madalena.
Com as mãos David agitou a funda que matou Golias;

as mãos dos Césares romanos decidiam a sorte dos gladiadores vencidos na arena;

Pilatos lavou as mãos para limpar a consciência;
os anti-semitas marcavam a porta dos judeus com as mãos vermelhas como signo de morte!
Foi com as mãos que Judas pôs ao pescoço à corda que os outros Judas não encontram.

A mão serve para o herói empunhar a espada e o carrasco, a guilhotina;

o operário construir e o burguês destruir;

o bom amparar e o justo punir;
o amante acariciar e o ladrão roubar;
o honesto trabalhar e o viciado jogar.

Com as mãos atira-se um beijo ou uma pedra,
uma flor ou uma granada,

uma esmola ou uma bomba!

Com as mãos o agricultor semeia e o anarquista incendeia!
As mãos fazem os salva-vidas e os canhões; os remédios e os venenos;
os bálsamos e os instrumentos de tortura, a arma que fere e o bisturi que salva.

Com as mãos tapamos os olhos para não ver,
e com elas protegemos a vista para ver melhor.

Os olhos dos cegos são as mãos.
Os mudos falam com as mãos.
As mãos colocadas na direção do submarino levam o homem para o fundo como os peixes.
E no volante da aeronave atiram-nos para as alturas como os pássaros.

O autor do "Homo Rebus" lembra que a mão foi o primeiro prato
para o alimento
e o primeiro copo para a bebida;
a primeira almofada para repousar a cabeça, a primeira arma e a primeira linguagem.

Esfregando dois ramos, conseguiram-se as chamas.
A mão aberta, acariciando, mostra a bondade.
Masfechada e levantada mostra a força e o poder;
empunha a espada a pena e a cruz!


Modela os mármores e os bronzes;

da cor às telas e concretiza os sonhos do pensamento
e da fantasia nas formas eternas da beleza.

Humilde e poderosa no trabalho, cria a riqueza;
doce e piedosa nos afetos medica as chagas,
conforta os aflitos e protege os fracos.

O aperto de duas mãos pode ser a mais sincera confissão de amor,
o melhor pacto de amizade ou um juramento de fidelidade.
O noivo para casar-se pede a mão de sua amada;

Jesus abençoava com as mãos;
as mães protegem os filhos cobrindo-lhes com as mãos as cabeças inocentes.
Nas despedidas, a gente parte, mas a mão fica,
ainda por muito tempo agitando o lenço no ar.

Com as mãos limpamos as nossas lágrimas e as alheias.
E nos dois extremos da vida,
quando abrimos os olhos para o mundo
e
quando os fechamos para sempre ainda as mãos prevalecem.


Quando nascemos, para nos levar a carícia do primeiro beijo,
são as mãos maternas que nos agasalhamo corpo tão pequenino.

E no fim da vida, quando os olhos já não brilham

e os sentidos desaparecem.
Ainda são as mãos de cera que continuam na morte as funções da vida.

E a imagem do Nazareno pregado na cruz vai conosco para debaixo da terra
com as nossas mãos cruzadas sobre o peito.

E as mãos dos amigos nos carregam...
E as mãos dos coveiros nos enterram!

O poema “Monólogo das Mãos” foi escrito a partir de um trabalho de Montaigne, recebendo tradução do dramaturgo brasileiro Oduvaldo Viana, que o inseriu em sua peça “O Vendedor de Ilusões”, escrita para Procópio Ferreira em 1931. Encontrei Bibi Ferreira no Programa do Jo, mas nada é igual ao Lúcio Mauro (o pai). Inté mais vê Rogério Wong

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Aula de Inglês - Expressões

Já tinha visto antes, mas assistindo o Programa do Jô ontem lembrei dessas pérolas, quem assistir àquela escolinha com o Magal vai encontrar outras pérolas:

"If turn"
"Se vira"

"I kill the snake and show the dick."
"Eu mato a cobra e mostro o pau."

"For free even a forehead injection."
"De graça até injeção na testa."

"As easy as knock a drunk down hill."

"Mais fácil do que derrubar bêbado em ladeira."


"Put a keep a real!"
"Puta que pariu!"- ok nesse caso é diferente mas ainda sim é engraçado

"She's full of nine o'clock."
"Ela é cheia de nove horas."

"good-good" - "bombom"


"You kneeled down have to pray."
"Ajoelhou, tem que rezar."

"Oh! I burned my movie."
"Ah! Eu queimei meu filme."

"Do you think this is the house of mother Joane?"
"Você pensa que aqui é a casa da mãe Joana?"

"You travelled on the mayonaise."

"Você viajou na maionese."

"Go catch little coconuts"
"Vá catar coquinho!"


"Hi big dear, all jewel?"

"Olá, queridão, tudo jóia?"

"Hi, my king!"
- "Oi, meu rei!" - (essa é para os baianos)

"Between, my well."
"Entre, meu bem."

A melhor:
"I am more I." - "Eu sou mais eu."

Bonus round:Euvira Alfacinha




Inté mais vê ou seria even more see

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Pinte seu telhado de branco

retirado do blog do Ecoprático. (cliquem aqui para conhecer o Blog)

Você sabe qual é a cor do meio ambiente? Se a sua resposta foi verde, então você errou! Bom, mais ou menos. Apesar do verde ter se tornado a cor símbolo da causa ambiental, o branco pode fazer muito pela preservação da natureza. É o que diz uma pesquisa (em inglês) da Universidade de Berkeley, na Califórnia, Estados Unidos.

Segundo o estudo, grandes cidades absorvem mais calor da luz solar do que áreas rurais. Para fazer com que esses centros urbanos possam ser resfriados, os cientistas de Berkeley propuseram que os telhados do mundo todo fossem pintados de branco, uma cor que reflete muito mais luz do que cores escuras, que tendem a absorvê-la (junto com o calor). Hashem Akbari, coordenador da pesquisa, afirma que para cada 100 metros quadrados de telhado que são pintados da cor branca, seis tonelada de dióxido de carbono deixam de ser emitidas na atmosfera. E se todos os telhados do mundo fossem brancos, 44 bilhões de toneladas de CO2 deixariam de afetar o planeta Terra!!! (cliquem na imagem para assistir o vídeo da campanha)

Esses números expressivos motivaram a campanha One Degree Less, em que Green Building Council Brasil convoca pessoas do mundo todo a pintar telhados, pavimentos e outras superfícies de suas casa de branco para que se diminua os efeitos do aquecimento global. Uma ação totalmente ecoprática, que contribui para o futuro do nosso planeta.

Então viva o branquinho pessoal.
Inté mais

Rousseau (parte 4 de 6)

Teoria política.

No Du contrat social Rousseau desenvolveu os princípios políticos que estão sumarizados na conclusão do Émile.

Começando com a desigualdade como um fato irreversível, Rousseau tenta responder a questão do que compele um homem a obedecer a outro homem ou por que direito um homem exerce autoridade sobre outro. Ele concluiu que somente um contrato tácito e livremente aceito por todos permite cada um "ligar-se a todos enquanto retendo sua vontade livre". A liberdade está inerente na lei livremente aceita. "Seguir o impulso de alguém é escravidão, mas obedecer uma lei auto-imposta é liberdade".

Há uma diferença entre o pensamento de Rousseau e o de Locke, que também afirmou a liberdade do homem como base de sua teoria política. Locke admite a perda da liberdade quando afirma que "o homem, por ser livre por natureza,...não pode ser privado dessa condição e submetido ao poder de outro sem o próprio consentimento"... enquanto para Rousseau o homem não pode renunciar à sua liberdade. Esta é uma exigência ética fundamental.

Rousseau considera a liberdade um direito e um dever ao mesmo tempo. "...todos nascem homens e livres"; a liberdade lhes pertence e renunciar a ela é renunciar à própria qualidade de homem.

O contrato social para Rousseau é "Uma livre associação de seres humanos inteligentes, que deli beradamente resolvem formar um certo tipo de sociedade, à qual passam a prestar obediência mediante o respeito à vontade geral. O "Contrato social", ao considerar que todos os homens nascem livres e iguais, encara o Estado como objeto de um contrato no qual os indivíduos não renunciam a seus direitos naturais, mas ao contrário entram em acordo para a proteção desses direitos, que o Estado é criado para preservar.

O Estado é a unidade e como tal expressa a "vontade geral", porém esta vontade é posta em contraste e se distingue da "vontade de todos", a qual é meramente o agregado de vontades, o desejo acidentalmente mútuo da maioria. John Locke e outros tinham assumido que o que a maioria quer deve ser correto. Rousseau questionou essa postura, argumentando que os indivíduos que fizeram a maioria podem, na verdade, desejar alguma coisa que está contrária aos objetivos e necessidades do estado, para com o bem comum. A vontade geral é para assegurar a liberdade, a igualdade, e justiça dentro do estado, não importa a vontade da maioria, e no contrato social (para Rousseau uma construção teórica mais que um evento histórico como os pensadores do Iluminismo tinham freqüentemente assumido) a soberania individual é cedida para o estado em ordem que esses objetivos possam ser atingidos.

Por isso a vontade geral dota o Estado de força para que ele atue em favor das teses fundamentais mesmo quando isto significa ir contra a vontade da maioria em alguma questão particular. Rousseau reforça o contrato social através de sanções rigorosas que acreditava serem necessárias para a manutenção da estabilidade política do Estado por ele preconizado. Propõe a introdução de uma espécie de religião civil, ou profissão de fé cívica, a ser obedecida pelos cidadãos que depois de aceitarem-na, deveriam segui-la sob pena de morte.

Foi grande a influência política que tiveram as idéias de Rousseau na França. Os princípios de liberdade e igualdade política, formulados por ele, constituíram as coordenadas teóricas dos setores mais radicais da Revolução Francesa e inspiraram sua segunda fase, quando foram destruídos os restos da monarquia e foi instalado o regime republicano, colocando-se de lado os ideias do liberalismo de Voltaire e Montesquieu (1689-1755). O mais notável nessa república projetada era o disposto para banir estranhos à religião do estado e punir os dissidentes com a morte.

Continua na parte 5
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